02:17 (9 horas atrás) |
Aos que esperam acordados, olhando cada segundo passar...aos que esperam notícias, informações sobre o outro que agora esta lá...distante. Aos que esperam o tempo. Esperam e esperam mais um pouco... a todos esses, compartilho com eles a minha espera também. Mas não aguentei, os segundos fizeram de mim, sono. O tempo passou, por dentro eu queria ficar, minha alma pedia isso, mas os olhos, janelas transversais de minh`alma, se recusavam a esperar abertos. Respirava fundo, resoluta, queria te esperar. Juro que não fiz por maldade, mas infelizmente o sono veio, me encantando, mentido para mim, dizendo:
- Basta fechar os olhos, e você sonhara com ele.
Oooohhh sono impostor, por acaso não sabes, que de espera e distância sofrem todos os amantes? Por acaso não sabe, que quando o peito da gente bate desritmado, é quando tudo na vida começa a fazer sentido? Por acaso o senhor nunca amou ninguém, senhor sono?
E então um grande silêncio ecoou no meu quarto.
Havia voltado a olhar para o relógio, tentava fazer mentalmente o seu percurso, e pensava sozinha...aahh mais uns 5 minutinhos e ele vai entrar. E de 5 em 5, perdi o calculo, mas não aguentei.
Esforcei então, nos últimos segundos, para escrever algo, receosa de cativa-lo. É uma tarefa árdua a de escolher e casar as palavras. Essa tarefa contrasta com a vontade que me vinha a mente, toda vez que fechava meus olhos, pois imaginava nós dois, juntos, deitados na mesma cama, quase que no mesmo espaço, prontos para mais uma noite de sono. Em meios a devaneios, te fantasiava. Me sentia pequena, como uma criança que admira as nuvens distantes. Me sentia feliz, por ter agora para quem escrever, como devem se sentir um marujo que saiu de casa. Me senti bem, porque podia observar suas fotos.
E por fim, me senti melhor ainda...por ter esperado, e por poder falar contigo agora, estamos online!
- Basta fechar os olhos, e você sonhara com ele.
Oooohhh sono impostor, por acaso não sabes, que de espera e distância sofrem todos os amantes? Por acaso não sabe, que quando o peito da gente bate desritmado, é quando tudo na vida começa a fazer sentido? Por acaso o senhor nunca amou ninguém, senhor sono?
E então um grande silêncio ecoou no meu quarto.
Havia voltado a olhar para o relógio, tentava fazer mentalmente o seu percurso, e pensava sozinha...aahh mais uns 5 minutinhos e ele vai entrar. E de 5 em 5, perdi o calculo, mas não aguentei.
Esforcei então, nos últimos segundos, para escrever algo, receosa de cativa-lo. É uma tarefa árdua a de escolher e casar as palavras. Essa tarefa contrasta com a vontade que me vinha a mente, toda vez que fechava meus olhos, pois imaginava nós dois, juntos, deitados na mesma cama, quase que no mesmo espaço, prontos para mais uma noite de sono. Em meios a devaneios, te fantasiava. Me sentia pequena, como uma criança que admira as nuvens distantes. Me sentia feliz, por ter agora para quem escrever, como devem se sentir um marujo que saiu de casa. Me senti bem, porque podia observar suas fotos.
E por fim, me senti melhor ainda...por ter esperado, e por poder falar contigo agora, estamos online!
....e sabe o que é melhor??? Até o sono passou!



