E se em mim só não houver algo de verdadeiro? E se após romper eu só quiser voltar atrás? Deixo minhas borboletas me guiarem ou seguro elas comigo? O que faço? Será que Igor sabe? Ou seria ele apenas a força de um pensamento distante? Por que a vida não é como os contos que escrevemos?
Quando você estiver em seu próprio caminho, sem tanto preocupar-se com os senões, imagino que as borboletas (e muitos outros) farão questão de acompanhá-la.
Quanto à vida e aos contos, tenho para mim que as semelhanças são bem maiores do que imaginamos...
3 comentários:
Faça como o Igor, Ana: rompa as amarras e se deixe levar pelo que há de verdadeiro em ti.
Beijão,
O Maltrapa
E se em mim só não houver algo de verdadeiro?
E se após romper eu só quiser voltar atrás?
Deixo minhas borboletas me guiarem ou seguro elas comigo?
O que faço? Será que Igor sabe? Ou seria ele apenas a força de um pensamento distante?
Por que a vida não é como os contos que escrevemos?
Decerto Igor não sabe muita coisa; apenas sente!
Quando você estiver em seu próprio caminho, sem tanto preocupar-se com os senões, imagino que as borboletas (e muitos outros) farão questão de acompanhá-la.
Quanto à vida e aos contos, tenho para mim que as semelhanças são bem maiores do que imaginamos...
Beijão,
O Maltrapa
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