
Volto para casa e vejo brancas grades com hibiscos coloridas a contrastar com a força oculta das nuvens que passam por cima de minha cabeça à medida que o vento corre pra lá. Devido ao excesso de feitos e efeitos, me ocupo com lembranças ao invés de reparar ou aproveitar a distinta paisagem que percebo. Sinto-me como um figurante, apenas atravessando o palco sem ser notado. Respiro. Até o ar me custa aos pulmões. Parece que as atividades subiram ao cume e de lá descem tórridas e esmagadoras, dias assim são claustrofóbicos. Arrrr....eu preciso respirAAAR....